
Rogério diz que PSDB e DEM estarão juntos no Estado
O deputado federal Rogério Marinho acredita que o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e os Democratas (DEM) estarão no mesmo palanque nas eleições do próximo ano em nível de Rio Grande do Norte. Em visita à Redação da GAZETA DO OESTE, o parlamentar fez questão de levantar a possibilidade de legendas como o Partido da República (PR) e o Partido da Mobilização Nacional (PMN) se integrarem ao bloco político oposicionista no Estado. "O PSDB com certeza terá um palanque, que é o palanque de oposição ao governo estadual e o atual Governo Federal. Com certeza o DEM estará neste palanque conosco. Os outros partidos que poderão estar conosco são legendas que virão se compor com o PSDB e o DEM em função da definição que vai ocorrer de quem será o candidato a governador pelo grupo da governadora Wilma de Faria. Se o candidato for o vice-governador Iberê Ferreira, nós esperamos que João Maia ou Robinson Faria venham se compor com nosso grupo", prevê o deputado, frisando que, para o Senado Federal, pretende apoiar o candidato que prioritariamente apoie o candidato do PSDB à presidência da República. "A posição na disputa pelo Senado está firmada e muito clara e não é em torno de nomes e sim de princípios, de programa e de composição partidária. Eu votarei em um candidato a governador que vote em nosso candidato a presidente da República e o mesmo raciocínio vale para os candidatos ao Senado Federal nas eleições do próximo ano", acrescentou.
O parlamentar criticou duramente o Partido dos Trabalhadores por pregar que o país só passou a existir plenamente após janeiro de 2003, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o comando do país. De acordo com o deputado Rogério Marinho, o PSDB também cometeu um equívoco, que foi o excesso de ética. "Quando o PSDB tinha a condição de ser governo e implementava políticas sociais e políticas estruturantes, o fazia como uma ação de Estado, uma ação de governo. Não como acontece hoje, onde a propaganda é tão forte que praticamente faz com que as políticas públicas do governo sejam patrimonialistas e pessoais", critica.
POR Júnior Maia

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